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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Região da Chucri Zaidan deve virar o principal polo comercial de alto padrão de São Paulo


Uma avenida em construção: avenida Chucri Zaidan, na zona sul de São Paulo

A cidade de São Paulo está prestes a passar por uma transformação urbana. Na zona sul da capital, no entorno da avenida Chucri Zaidan, local onde hoje há centenas de casas modestas, muitos terrenos vazios e dois dos principais shoppings da capital, o Morumbi e o Market Place, estão sendo erguidos seis prédios de escritórios.

Outros quatro empreendimentos já constam dos planos das incorporadoras e devem começar a ser construídos nos próximos meses. E há uma série de projetos planejados para a região, como um impressionante complexo de edifícios comerciais e residenciais previsto para ocupar um terreno de 82 000 metros quadrados que pertenceu à fabricante de bicicletas Monark e hoje pertence à Odebrecht Realizações Imobiliárias.

Quando os edifícios já projetados estiverem prontos — estima-se que as obras devam durar cerca de cinco anos —, essa região da Chucri Zaidan deverá se transformar no principal polo comercial de alto padrão da cidade. Caso tudo corra bem, São Paulo terá, então, sua nova Faria Lima.

Um levantamento exclusivo da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle mostra que haverá 653 000 metros quadrados de escritórios no local até 2016 — uma oferta que, segundo as projeções da consultoria, será 57% maior do que a da avenida Paulista e 25% superior à da avenida Faria Lima, a principal área comercial e financeira de São Paulo hoje.

“Isso vai desafogar um pouco as regiões mais centrais, o que é essencial para a cidade atualmente”, diz Fábio Maceira, presidente da Jones Lang LaSalle.

Movimentos semelhantes costumam ocorrer de tempos em tempos nas principais cidades do mundo. O crescimento da economia leva as empresas a precisar de mais escritórios para expandir suas atividades, e novos polos comerciais surgem em regiões que contam com uma infraestrutura mínima de transporte, lojas e restaurantes — e terrenos ainda vazios.

Em Londres, a revitalização de um porto fez surgir o centro comercial Canary Wharf, onde ficam alguns dos prédios mais modernos da cidade. Em São Paulo, a saturação do centro na década de 70 levou as companhias para a avenida Paulista e, depois, para o entorno das avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Faria Lima — que, agora, estão quase inteiramente ocupadas.

Atualmente, a Faria Lima é a locali­zação comercial mais cara de São Paulo: os aluguéis chegam a custar 200 reais o metro quadrado, mais do que se paga perto da Times Square, em Manhattan.

Aluguéis mais baratos, em torno de 100 reais o metro quadrado, são um dos fatores que têm levado as empresas a se instalar nos escritórios que já existem na Chucri Zaidan — o principal complexo de edifícios é o Rochaverá, que tem três torres já prontas e uma em construção, prevista para ser entregue no começo de 2012.

“Já há dois shoppings e uma infraestrutura razoável na região, com uma estação de trem, além de planos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Pinheiros, o que tem atraído as empresas”, afirma Emílio Fugazza, diretor da incorporadora Eztec, que já lançou dois empreendimentos na área.

Outras incorporadoras com projetos na região são a Multiplan, a Tishman Speyer, a Yuny, a KS Realty e a WTorre Properties, comprada meses atrás pelo banco BTG Pactual.

O risco para os próximos anos é de não haver demanda para tantos espaços novos. Atualmente, faltam imóveis comerciais em São Paulo, que agora apresenta a menor taxa de escritórios vagos da história e uma das menores ofertas desse tipo de imóvel no mundo, segundo um levantamento da consultoria CB Richard Ellis.

É por isso que as incorporadoras correm para erguer novos espaços na zona sul. O problema é o histórico — já houve outros picos de lançamentos de imóveis comerciais na cidade, e eles deram errado.

No início dos anos 2000, quando a procura de escritórios na capital também era maior que a oferta e a economia crescia, as empresas do setor programaram uma série de novos empreendimentos para os anos seguintes, especialmente na região da Faria Lima.

Em 2003, boa parte dos edifícios estava pronta e vazia — segundo a Jones Lang LaSalle, quase metade dos prédios comerciais na Faria Lima não tinha inquilinos nessa época, o que fez os preços dos aluguéis desabar. Isso prejudicou as incorporadoras, mas não deixou de ser uma boa notícia para as empresas que buscavam escritórios.

O mercado levou quatro anos para se recuperar e, hoje, os aluguéis estão em alta. A construção de um novo, e importante, polo comercial na cidade deve alterar novamente o cenário.



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Seja em ruas tradicionais, como a Voluntários da Pátria e a Gabriel Piza, seja em shoppings, como o Center Norte, a região mostra ter grande vocação para o setor comercial. No campo dos serviços, vale lembrar que fica lá o maior terminal rodoviário da cidade, o Tietê. A região possui ampla variedade de lazer, como os Parques da Juventude, Cantareira e Anhangüera, SESC Santana.
 
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ABC Faltam imóveis para nova classe média na região


ABC  Faltam imóveis para nova classe média na região

É quase impossível encontrar imóveis na faixa de R$ 130 mil entre as sete cidades. Esse cenário reflete o crescimento da nova classe média - pessoas com renda domiciliar de R$ 1.115 a R$ R$ 4.807, e que representam hoje 53% da população total do País, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


"Pessoas com essa faixa de renda acabam tendo a possibilidade de comprar residências neste valor, já que 99% financiam a aquisição. Hoje, a região dispõe, em grande maioria, de imóveis acima dessa faixa - de R$ 200 mil a R$ 250 mil, em média", explica o delegado do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo) da região, Alvarino Lemes.


Sócio-proprietário de uma imobiliária em Mauá, João Batista Ferreira afirma que, por causa da falta de bens entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, as vendas caíram, nos últimos 90 dias, cerca de 60%. "Não temos como atender a essa nova demanda. Pessoas com renda familiar de até R$ 4.000 não têm como financiar apartamento de R$ 250 mil, por exemplo", observa Ferreira.


CRESCIMENTO - Mesmo com a falta de imóveis que atendam à nova classe média, o setor imobiliário segue aquecido. A venda de bens novos na cidade de São Paulo, por exemplo, registrou recuperação em setembro, se comparado a agosto, com alta de 70%, segundo a pesquisa mensal do Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário).

De um mês para outro, o volume comercializado saltou de 1.638 unidades para 2.785 imóveis - na cidade paulista.

Ainda seguindo a pesquisa, em setembro, o total de imóveis escoados na região metropolitana de São Paulo foi 23,5% superior a agosto.

Na região não tem sido diferente. "As imobiliárias instaladas no Grande ABC têm mantido crescimento nas vendas de imóveis novos de 6%, em média. Isso é algo positivo, principalmente em se tratando do período em que estamos (fim de ano), que antes era sinônimo de queda nas comercializações", contabiliza Alvarino Lemes.

PREVISÃO - O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, estima terminar o ano com 36 mil unidades vendidas na Capital paulista, enquanto os lançamentos podem atingir de 33 mil a 35 mil unidades, conforme indicam prévias sobre novos produtos.

Empresas concentram lançamentos para clientes de alta renda

O total de imóveis vendidos na Capital paulista entre janeiro e setembro deste ano, 24.605 unidades, indica queda de 1,9% sobre igual período de 2009, quando se observou 25.087 imóveis escoados, segundo o Secovi-SP.

Em setembro, o grande destaque foi o segmento de quatro dormitórios, cujas vendas (908 unidades) superaram o volume lançado (746 unidades). Em termos de área útil, houve comportamento semelhante na cidade de São Paulo: foram vendidos 120 apartamentos com área útil superior a 180 m², ante 56 unidades lançadas.

Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, é provável que empreendedores concentrem seus lançamentos no público de renda elevada, já que não conseguem viabilizar unidades residenciais na cidade paulista, de dois dormitórios. (da Redação).

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Vacância de prédios de empresas em SP é a menor da década

Vacância de prédios de empresas em SP é a menor da década

São Paulo - Na cidade de São Paulo, a entrega, em 2010, de “apenas" 30 mil metros quadrados de imóveis corporativos, “o que não atendeu as necessidades da demanda” - é apontada pela Colliers International como a responsável pela taxa de vacância de 1,2%, “a mais baixa da década”.

No primeiro trimestre de 2011 apresentando recuo pelo sexto trimestre consecutivo, a taxa de vacância de imóveis corporativos A+ e A, no mercado paulistano mostrou queda de 5%, comparando com igual período de 2010, “o que evidencia a movimentação em um mercado com baixa oferta”, comenta a Colliers.


A reduzida oferta, em São Paulo, de terrenos aptos a receber escritórios com aqueles perfis, tem como contraponto Alphaville, na Região Metropolitana Oeste. No bairro de Barueri, é possível encontrar áreas corporativas superiores a mil metros quadrados, situação rara na capital, segundo a Colliers.



Não obstante a reduzida taxa na capital, a região da Berrini apresenta vacância de 7,5%, “devido à recente entrega do Edifício Berrini Park”. Na região da Chácara Santo Antônio, ocorreu a ocupação total do Edifício Jatobá, e nas regiões do Itaim e Parque Petroni houve absorção negativa, no primeiro caso com a devolução de espaço com cerca de 300 metros quadrados e, no segundo, devolução de 2.000 metros quadrados no Market Place.



As demais regiões mantiveram-se estáveis, com taxas de vacância próximas a zero, aponta a pesquisa da Colliers. A Colliers estima que, considerando a absorção projetada de 250.000 metros quadrados, a taxa de vacância deverá encerrar 2011 próximo a 8%. Este percentual, alto em relação ao encerramento dos últimos anos, leva em consideração as negociações com prazos mais longos, para áreas maiores, de acordo com a Colliers.



Preços


A pesquisa da Colliers International mostra também que os valores médios de locação de escritórios nos padrões A+ e A, na cidade de São Paulo, cresceram 7,76% em relação ao último trimestre. No mesmo período, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acumulou alta de 2,43%.

 
Na região da Faria Lima, o metro quadrado chegou a 200 reais, no Edifício Plaza Iguatemi, “valor antes alcançado no Brasil apenas pela região do Leblon, no Rio de Janeiro”.


A pesquisa da Colliers destaca ainda que, dentre as dez regiões de escritórios corporativos classes A+ e A analisadas, 50% apresentam valores de locação acima da média do mercado. São Elas: Marginal Pinheiros, Vila Olímpia, Avenida Paulista, Itaim e Faria Lima.


A Colliers comenta ainda em seu estudo que o atual ciclo de expansão aproxima-se do pico, uma vez que está previsto a entrega de aproximadamente 350.000 metros quadrados no decorrer de 2011, “cerca de 22% do inventário total do mercado paulistano”. Diz ainda a consultoria que, até 2012, está previsto a entrega de 500.000 metros quadrados, “o que pode levar o mercado á condição de superoferta”.

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Torre de 28 andares vai ocupar lugar do antigo hotel Ca'd'Oro, em SP

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São Paulo
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UM ÍCONE CONTEMPORÂNEO, UM MARCO DO FUTURO



Uma torre de 28 andares, onde funcionarão flats e salas comerciais, será erguida no terreno onde hoje está o antigo hotel Ca'd'Oro, na rua Augusta, fechado há cerca de dez meses. Elaborado pela incorporadora Brookfield, o projeto está em fase final de aprovação na Secretaria da Habitação.



Primeiro cinco estrelas da cidade, que recebeu visitantes ilustres como o rei Juan Carlos 1º da Espanha, o cantor americano Nat King Cole, Pelé o tenor Luciano Pavarotti, o Ca'd'Oro se prepara para mudar de perfil.







Sai o luxo, entra a funcionalidade das hospedagens voltadas para executivos. "Os empreendimentos com atividade mista são uma tendência mundial", afirma o proprietário, Aurélio Guzzoni, neto do fundador do hotel, Fabrizio Guzzoni. Caesar Business, na Vila Olímpia, e Stay Bridge, no Itaim Bibi, são exemplos de hotéis que oferecem também salas de escritório para locação.






"A diversificação das atividades ajuda a viabilizar o empreendimento comercialmente. Para o hóspede, é indiferente se ele está cercado por escritórios ou por quartos de hotel", observa Toni Sando, diretor do São Paulo Convention & Business Bureau.






Guzzoni aposta na revitalização da região central da capital paulista para atrair hóspedes e empresas interessadas em seus escritórios. "A praça Roosevelt está sendo reformada, há muitos empreendimentos novos sendo lançados. Aquilo será um polo gerador de negócios", afirma.


A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) também analisa o impacto que o empreendimento causará no trânsito quando ele for inaugurado.


Fundado em 1953, o empreendimento vai manter a marca Ca'd'Oro e será viabilizado por meio de uma parceria entre Guzzoni e a incorporadora Brookfield. Os prazos para início e conclusão das obras, no entanto, ainda não foram estabelecidos. "Queremos abrir antes da Copa, mas ainda não sabemos quando", diz Guzzoni.



Os custos da empreitada e os investidores também são mantidos em segredo. A incorporadora Brookfield confirmou envolvimento no projeto, mas disse que não iria se manifestar sobre o assunto.

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Prédios verdes e a cadeia da Sustentabilidade

O tema da sustentabilidade tem sido cada vez mais recorrente no mundo dos negócios. A cada dia, vemos grandes grupos iniciarem práticas ambientalmente corretas, que vão desde a construção até a operação e manutenção de empreendimentos. Diante da crescente importância, a questão também começa a pautar os médios e pequenos empresários, que já buscam conhecer mais sobre pequenas ações que podem trazer grandes mudanças. O problema é que ainda pouco se fala, de forma clara e exata, sobre os reais benefícios que a sustentabilidade proporciona para toda a cadeia, ou seja, para a sociedade, o meio ambiente e o próprio andamento dos negócios.

O primeiro ponto a se considerar é que, antes de mais nada, para que um projeto seja sustentável, ele precisa, necessariamente, ser economicamente viável. De nada adianta planejar ações que otimizem a operação e o funcionamento de um empreendimento, se for necessário um investimento alto demais para concretizá-las. Por isso, para que seja válida e sustentável, o mais importante é que a ação, a médio ou longo prazo, seja paga com as próprias economias geradas.



Muitas vezes, é necessário iniciar as ações sustentáveis com investimentos em equipamentos que visem a eficiência energética, como sensores, temporizadores e redução de ilhas de calor, através da inclusão de áreas de sombreamento, com jardins de espécies nativas. Também podem ser feitas ações simples, como a coleta seletiva de resíduos, que agora é lei em São Paulo, para os grandes geradores de resíduos. Medidas como estas podem ser aplicadas em empreendimentos já existentes como também em novas construções. Nos dois casos, o investimento, além de todos os benefícios ambientais, proporciona redução de custos a longo prazo, uma vez que otimiza o uso da energia.




Sejam para prédios novos ou para empreendimentos já existentes, é crescente a busca por certificações para validar as práticas sustentáveis. São Paulo é a capital da certificação ambiental, com 76% dos 189 empreendimentos certificados em todo o Brasil. E a tendência é que este número mantenha uma trajetória ascendente daqui para frente. Cada vez mais empresas buscam se instalar em empreendimentos certificados, como parte de sua política sustentável. Esse movimento deverá forçar o mercado imobiliário a investir ainda mais em edifícios com tecnologia de ponta, os chamados Triple A.




Para construir um novo empreendimento com todas com características de prédio verde, o valor adicional para investimento não chega a 10% dos gastos necessários para um empreendimento comum. Por ser sustentável desde a construção, este tipo de empreendimento chega a ter uma sobrevalorização de até 7,5% que os empreendimentos comuns, além de apresentarem uma maior velocidade na comercialização.




Embora o valor inicial seja mais alto para quem adquire os espaços, a tendência é que o valor do condomínio seja menor, com o passar do tempo, já que o prédio é projetado para otimizar o uso de recursos, evitando o desperdício. Quando a operação também é sustentável, a redução gerada com a melhoria de performance chega a 30%, o que possibilita atratividade para o lojista ou empreendedor instalado nos espaços.




O sistema de ar condicionado, uma das principais medidas revistas em um projeto sustentável, é um dos vilões do condomínio e corresponde a 48% do total da conta de energia, mas esse número pode chegar até 60%, dependendo da solução adotada, nível de eficiência e idade do equipamento. Um prédio verde, geralmente, é projetado com tecnologia para consumir menos, o que amplia os benefícios a longo prazo.

 Entre os setores que mais tem investido em sustentabilidade, os prédios, comerciais e residenciais, aparecem em primeiro lugar, sendo 50% das certificações ambientais. Em seguida, temos 11% em centros de distribuição verdes e 9% em hospitais.



Para que as práticas sustentáveis cheguem aos pequenos e médios empresários, é preciso a disseminação de informação, seja por iniciativas públicas ou privadas. A sustentabilidade é um jogo em que todos ganham – a sociedade, o planeta e o investidor. E poucos conhecem o benefício dos edifícios verdes. As pessoas que são usuárias desses empreendimentos podem sentir a diferença, que vai muito além dos benefícios financeiros. Estudos comprovam, inclusive, que a sustentabilidade dos edifícios impacta até no desempenho dos profissionais nos escritórios. Investir nas mudanças, nesse caso, é uma excelente aposta na fantástica cadeia da sustentabilidade.



*Heloisa Bomfim é business developer da área de shopping e empreendimentos comerciais da Dalkia Brasil

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