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sexta-feira, 3 de junho de 2011

SMART Vila Mascote 1 a 2 dormitórios 1 a 2 suítes 53 a 145,35 m²

SMART VILA MASCOTE

Apartamento   de 1 a 2 dormitórios  , 1 a 2 suítes  de 53 a 145,35 m² 

Tranquilidade em uma das regiões mais desejadas de São Paulo. A Gafisa esta preparando na Vila Mascote um empreendimento contemporâneo que vai agradar você e sua família, são unidades com até dois dormitórios, com duas suítes, salão de festas gourmet, fitness, piscina com raia e muito mais.


Tranquilidade na cidade de São Paulo, essa é a Vila Mascote com ruas largas, arborizadas e completa rede de serviços, uma região apra quem procura qualidade de vida. Com fácil acesso a avenidas importantes, shopping centers, polos de negócios, e o aeroporto de Congonhas, o bairro é completo para quem precisa de praticidade.









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Edifício sustentável é destaque em Cingapura

Um novo super empreendimento está movimentando a cidade de Cingapura. É o EDITT (Ecological Design In The Tropics) Tower, que será construído com recursos sustentáveis inovadores e já está sendo considerado modelo de design ecológico. Desenvolvido pela TR Hamzah & Yeang e financiado pela Universidade Nacional de Cingapura, o prédio terá 26 andares e será em grande parte auto-sustentável, melhorando não só a qualidade de vida dos moradores, mas também de toda a região.

O edifício terá painéis fotovoltaicos, sistema de ventilação natural e de biogás - gerado por plantas localizadas em uma área isolada, que cobre metade da sua superfície. O “aranha-céu verde” foi projetado com o objetivo de melhorar a biodiversidade do local e reabilitar o ecossistema da cidade, que é considerada um exemplo na área da sustentabilidade.

E é justamente por essa vasta vegetação que o EDITT chama tanta atenção. Além de deixar o desenho arquitetônico mais atrativo, ela permite uma ventilação natural e reduzirá a necessidade do uso de ventiladores e aparelhos de ar-condicionado. Essa técnica é conhecido como Green Roofs, ou telhados verdes, que permite a manutenção da temperatura ambiente e ajuda a controlar os níveis de poluição do local. 

Localizado em uma cidade conhecida pelos aguaceiros, o EDITT Tower terá um sistema de coleta que irá captar a água das chuvas e integrá-la ao sistema de abastecimento. Assim, a água será utilizada para irrigar as plantas e também nos banheiros, gerando uma auto-suficiência de 55%.

Os 855m2 de painéis fotovoltaicos serão responsáveis por quase 40% das necessidades elétricas do prédio e os planos ainda incluem um sistema que converte o esgoto em biogás e fertilizante. Por fim, o prédio será construído utilizando materiais reciclados e dispondo de um sistema de reciclagem em cada andar. 

O edifício ainda terá rampas de acesso que conectarão a rua ao andares superiores. Lá será possível encontrar lojas, restaurantes e áreas verdes. O empreendimento também foi projetado pensando no futuro e em possíveis adaptações. As paredes e até andares inteiros poderão ser removidos ou modificados, agradando a todos os gostos.

Mais um bom exemplo de empreendimento conectado com o futuro, sem abrir mão da preservação do planeta. 

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/noticias/edificio-sustentavel-e-destaque-em-cingapura

Região da Chucri Zaidan deve virar o principal polo comercial de alto padrão de São Paulo


Uma avenida em construção: avenida Chucri Zaidan, na zona sul de São Paulo

A cidade de São Paulo está prestes a passar por uma transformação urbana. Na zona sul da capital, no entorno da avenida Chucri Zaidan, local onde hoje há centenas de casas modestas, muitos terrenos vazios e dois dos principais shoppings da capital, o Morumbi e o Market Place, estão sendo erguidos seis prédios de escritórios.

Outros quatro empreendimentos já constam dos planos das incorporadoras e devem começar a ser construídos nos próximos meses. E há uma série de projetos planejados para a região, como um impressionante complexo de edifícios comerciais e residenciais previsto para ocupar um terreno de 82 000 metros quadrados que pertenceu à fabricante de bicicletas Monark e hoje pertence à Odebrecht Realizações Imobiliárias.

Quando os edifícios já projetados estiverem prontos — estima-se que as obras devam durar cerca de cinco anos —, essa região da Chucri Zaidan deverá se transformar no principal polo comercial de alto padrão da cidade. Caso tudo corra bem, São Paulo terá, então, sua nova Faria Lima.

Um levantamento exclusivo da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle mostra que haverá 653 000 metros quadrados de escritórios no local até 2016 — uma oferta que, segundo as projeções da consultoria, será 57% maior do que a da avenida Paulista e 25% superior à da avenida Faria Lima, a principal área comercial e financeira de São Paulo hoje.

“Isso vai desafogar um pouco as regiões mais centrais, o que é essencial para a cidade atualmente”, diz Fábio Maceira, presidente da Jones Lang LaSalle.

Movimentos semelhantes costumam ocorrer de tempos em tempos nas principais cidades do mundo. O crescimento da economia leva as empresas a precisar de mais escritórios para expandir suas atividades, e novos polos comerciais surgem em regiões que contam com uma infraestrutura mínima de transporte, lojas e restaurantes — e terrenos ainda vazios.

Em Londres, a revitalização de um porto fez surgir o centro comercial Canary Wharf, onde ficam alguns dos prédios mais modernos da cidade. Em São Paulo, a saturação do centro na década de 70 levou as companhias para a avenida Paulista e, depois, para o entorno das avenidas Engenheiro Luiz Carlos Berrini e Faria Lima — que, agora, estão quase inteiramente ocupadas.

Atualmente, a Faria Lima é a locali­zação comercial mais cara de São Paulo: os aluguéis chegam a custar 200 reais o metro quadrado, mais do que se paga perto da Times Square, em Manhattan.

Aluguéis mais baratos, em torno de 100 reais o metro quadrado, são um dos fatores que têm levado as empresas a se instalar nos escritórios que já existem na Chucri Zaidan — o principal complexo de edifícios é o Rochaverá, que tem três torres já prontas e uma em construção, prevista para ser entregue no começo de 2012.

“Já há dois shoppings e uma infraestrutura razoável na região, com uma estação de trem, além de planos para a construção de uma nova ponte sobre o rio Pinheiros, o que tem atraído as empresas”, afirma Emílio Fugazza, diretor da incorporadora Eztec, que já lançou dois empreendimentos na área.

Outras incorporadoras com projetos na região são a Multiplan, a Tishman Speyer, a Yuny, a KS Realty e a WTorre Properties, comprada meses atrás pelo banco BTG Pactual.

O risco para os próximos anos é de não haver demanda para tantos espaços novos. Atualmente, faltam imóveis comerciais em São Paulo, que agora apresenta a menor taxa de escritórios vagos da história e uma das menores ofertas desse tipo de imóvel no mundo, segundo um levantamento da consultoria CB Richard Ellis.

É por isso que as incorporadoras correm para erguer novos espaços na zona sul. O problema é o histórico — já houve outros picos de lançamentos de imóveis comerciais na cidade, e eles deram errado.

No início dos anos 2000, quando a procura de escritórios na capital também era maior que a oferta e a economia crescia, as empresas do setor programaram uma série de novos empreendimentos para os anos seguintes, especialmente na região da Faria Lima.

Em 2003, boa parte dos edifícios estava pronta e vazia — segundo a Jones Lang LaSalle, quase metade dos prédios comerciais na Faria Lima não tinha inquilinos nessa época, o que fez os preços dos aluguéis desabar. Isso prejudicou as incorporadoras, mas não deixou de ser uma boa notícia para as empresas que buscavam escritórios.

O mercado levou quatro anos para se recuperar e, hoje, os aluguéis estão em alta. A construção de um novo, e importante, polo comercial na cidade deve alterar novamente o cenário.



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STATION Parada Inglesa Apartamento de 63 a 80 m² 2 a 3 dormitórios 1 suíte 1 a 2 vagas

BREVE LANÇAMENTO!

STATION Parada Inglesa

Apartamento de 63 a 80 m²

 2 a 3 dormitórios 1 suíte

 1 a 2 vagas


Viver próximo a parada inglesa é ter restaurantes , bares , conveniências, supermercados e outros serviços a sua disposição e acesso facilitado a metrô e ônibus. Aproveite um novo empreendimento Gafisa, prepare-se para essa novidade.









Seja em ruas tradicionais, como a Voluntários da Pátria e a Gabriel Piza, seja em shoppings, como o Center Norte, a região mostra ter grande vocação para o setor comercial. No campo dos serviços, vale lembrar que fica lá o maior terminal rodoviário da cidade, o Tietê. A região possui ampla variedade de lazer, como os Parques da Juventude, Cantareira e Anhangüera, SESC Santana.
 
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ABC Faltam imóveis para nova classe média na região


ABC  Faltam imóveis para nova classe média na região

É quase impossível encontrar imóveis na faixa de R$ 130 mil entre as sete cidades. Esse cenário reflete o crescimento da nova classe média - pessoas com renda domiciliar de R$ 1.115 a R$ R$ 4.807, e que representam hoje 53% da população total do País, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


"Pessoas com essa faixa de renda acabam tendo a possibilidade de comprar residências neste valor, já que 99% financiam a aquisição. Hoje, a região dispõe, em grande maioria, de imóveis acima dessa faixa - de R$ 200 mil a R$ 250 mil, em média", explica o delegado do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis de São Paulo) da região, Alvarino Lemes.


Sócio-proprietário de uma imobiliária em Mauá, João Batista Ferreira afirma que, por causa da falta de bens entre R$ 130 mil e R$ 150 mil, as vendas caíram, nos últimos 90 dias, cerca de 60%. "Não temos como atender a essa nova demanda. Pessoas com renda familiar de até R$ 4.000 não têm como financiar apartamento de R$ 250 mil, por exemplo", observa Ferreira.


CRESCIMENTO - Mesmo com a falta de imóveis que atendam à nova classe média, o setor imobiliário segue aquecido. A venda de bens novos na cidade de São Paulo, por exemplo, registrou recuperação em setembro, se comparado a agosto, com alta de 70%, segundo a pesquisa mensal do Secovi-SP (sindicato do mercado imobiliário).

De um mês para outro, o volume comercializado saltou de 1.638 unidades para 2.785 imóveis - na cidade paulista.

Ainda seguindo a pesquisa, em setembro, o total de imóveis escoados na região metropolitana de São Paulo foi 23,5% superior a agosto.

Na região não tem sido diferente. "As imobiliárias instaladas no Grande ABC têm mantido crescimento nas vendas de imóveis novos de 6%, em média. Isso é algo positivo, principalmente em se tratando do período em que estamos (fim de ano), que antes era sinônimo de queda nas comercializações", contabiliza Alvarino Lemes.

PREVISÃO - O economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, estima terminar o ano com 36 mil unidades vendidas na Capital paulista, enquanto os lançamentos podem atingir de 33 mil a 35 mil unidades, conforme indicam prévias sobre novos produtos.

Empresas concentram lançamentos para clientes de alta renda

O total de imóveis vendidos na Capital paulista entre janeiro e setembro deste ano, 24.605 unidades, indica queda de 1,9% sobre igual período de 2009, quando se observou 25.087 imóveis escoados, segundo o Secovi-SP.

Em setembro, o grande destaque foi o segmento de quatro dormitórios, cujas vendas (908 unidades) superaram o volume lançado (746 unidades). Em termos de área útil, houve comportamento semelhante na cidade de São Paulo: foram vendidos 120 apartamentos com área útil superior a 180 m², ante 56 unidades lançadas.

Para o economista-chefe do Secovi-SP, Celso Petrucci, é provável que empreendedores concentrem seus lançamentos no público de renda elevada, já que não conseguem viabilizar unidades residenciais na cidade paulista, de dois dormitórios. (da Redação).

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Vacância de prédios de empresas em SP é a menor da década

Vacância de prédios de empresas em SP é a menor da década

São Paulo - Na cidade de São Paulo, a entrega, em 2010, de “apenas" 30 mil metros quadrados de imóveis corporativos, “o que não atendeu as necessidades da demanda” - é apontada pela Colliers International como a responsável pela taxa de vacância de 1,2%, “a mais baixa da década”.

No primeiro trimestre de 2011 apresentando recuo pelo sexto trimestre consecutivo, a taxa de vacância de imóveis corporativos A+ e A, no mercado paulistano mostrou queda de 5%, comparando com igual período de 2010, “o que evidencia a movimentação em um mercado com baixa oferta”, comenta a Colliers.


A reduzida oferta, em São Paulo, de terrenos aptos a receber escritórios com aqueles perfis, tem como contraponto Alphaville, na Região Metropolitana Oeste. No bairro de Barueri, é possível encontrar áreas corporativas superiores a mil metros quadrados, situação rara na capital, segundo a Colliers.



Não obstante a reduzida taxa na capital, a região da Berrini apresenta vacância de 7,5%, “devido à recente entrega do Edifício Berrini Park”. Na região da Chácara Santo Antônio, ocorreu a ocupação total do Edifício Jatobá, e nas regiões do Itaim e Parque Petroni houve absorção negativa, no primeiro caso com a devolução de espaço com cerca de 300 metros quadrados e, no segundo, devolução de 2.000 metros quadrados no Market Place.



As demais regiões mantiveram-se estáveis, com taxas de vacância próximas a zero, aponta a pesquisa da Colliers. A Colliers estima que, considerando a absorção projetada de 250.000 metros quadrados, a taxa de vacância deverá encerrar 2011 próximo a 8%. Este percentual, alto em relação ao encerramento dos últimos anos, leva em consideração as negociações com prazos mais longos, para áreas maiores, de acordo com a Colliers.



Preços


A pesquisa da Colliers International mostra também que os valores médios de locação de escritórios nos padrões A+ e A, na cidade de São Paulo, cresceram 7,76% em relação ao último trimestre. No mesmo período, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) acumulou alta de 2,43%.

 
Na região da Faria Lima, o metro quadrado chegou a 200 reais, no Edifício Plaza Iguatemi, “valor antes alcançado no Brasil apenas pela região do Leblon, no Rio de Janeiro”.


A pesquisa da Colliers destaca ainda que, dentre as dez regiões de escritórios corporativos classes A+ e A analisadas, 50% apresentam valores de locação acima da média do mercado. São Elas: Marginal Pinheiros, Vila Olímpia, Avenida Paulista, Itaim e Faria Lima.


A Colliers comenta ainda em seu estudo que o atual ciclo de expansão aproxima-se do pico, uma vez que está previsto a entrega de aproximadamente 350.000 metros quadrados no decorrer de 2011, “cerca de 22% do inventário total do mercado paulistano”. Diz ainda a consultoria que, até 2012, está previsto a entrega de 500.000 metros quadrados, “o que pode levar o mercado á condição de superoferta”.

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Torre de 28 andares vai ocupar lugar do antigo hotel Ca'd'Oro, em SP

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CA'DO'RO
São Paulo
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Hotel, Residências & Escritórios

UM ÍCONE CONTEMPORÂNEO, UM MARCO DO FUTURO



Uma torre de 28 andares, onde funcionarão flats e salas comerciais, será erguida no terreno onde hoje está o antigo hotel Ca'd'Oro, na rua Augusta, fechado há cerca de dez meses. Elaborado pela incorporadora Brookfield, o projeto está em fase final de aprovação na Secretaria da Habitação.



Primeiro cinco estrelas da cidade, que recebeu visitantes ilustres como o rei Juan Carlos 1º da Espanha, o cantor americano Nat King Cole, Pelé o tenor Luciano Pavarotti, o Ca'd'Oro se prepara para mudar de perfil.







Sai o luxo, entra a funcionalidade das hospedagens voltadas para executivos. "Os empreendimentos com atividade mista são uma tendência mundial", afirma o proprietário, Aurélio Guzzoni, neto do fundador do hotel, Fabrizio Guzzoni. Caesar Business, na Vila Olímpia, e Stay Bridge, no Itaim Bibi, são exemplos de hotéis que oferecem também salas de escritório para locação.






"A diversificação das atividades ajuda a viabilizar o empreendimento comercialmente. Para o hóspede, é indiferente se ele está cercado por escritórios ou por quartos de hotel", observa Toni Sando, diretor do São Paulo Convention & Business Bureau.






Guzzoni aposta na revitalização da região central da capital paulista para atrair hóspedes e empresas interessadas em seus escritórios. "A praça Roosevelt está sendo reformada, há muitos empreendimentos novos sendo lançados. Aquilo será um polo gerador de negócios", afirma.


A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) também analisa o impacto que o empreendimento causará no trânsito quando ele for inaugurado.


Fundado em 1953, o empreendimento vai manter a marca Ca'd'Oro e será viabilizado por meio de uma parceria entre Guzzoni e a incorporadora Brookfield. Os prazos para início e conclusão das obras, no entanto, ainda não foram estabelecidos. "Queremos abrir antes da Copa, mas ainda não sabemos quando", diz Guzzoni.



Os custos da empreitada e os investidores também são mantidos em segredo. A incorporadora Brookfield confirmou envolvimento no projeto, mas disse que não iria se manifestar sobre o assunto.

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