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quarta-feira, 6 de julho de 2011

Infinity Tower é outra opção na região da Faria Lima


Outra opção interessante para empresas que planejam se instalar no Itaim Bibi, nas proximidades das avenidas Faria Lima e Juscelino Kubitschek, é o Infinity Tower. Mas é preciso se apressar. Segundo a CB Richard Ellis, a locação de 100% do edifício já está em fase avançada de negociação. Com previsão de entrega no último trimestre de 2011, o prédio possui 35.200 metros quadrados de área total distribuídos em 18 andares. O empreendimento foi desenvolvido pelo grupo internacional GoldenTree InSite Partners, a incorporadora Yuny e o consórcio Ylumak. O projeto arquitetônico é dos escritórios KPF (Nova York) e Aflalo e Gasperini (um dos principais do Brasil.



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Prédio da Previ será um dos melhores da Berrini


Um dos melhores prédios a serem entregues neste ano na cidade de São Paulo é o Eco Berrini. Localizado na av. Eng. Luiz Carlos Berrini, 1.400, o edifício fica bem próximo à marginal Pinheiros, à ponte estaiada e à estação de trem Berrini (linha 9 - Esmeralda). A região tem ganhado importância como polo de atração de grandes empresas. Nos últimos anos, instalaram-se por ali principalmente companhias da área de tecnologia e grandes multinacionais. Com previsão de conclusão em abril, o Eco Berrini deve adicionar quase 48.000 metros quadrados em área útil para a instalação de escritórios de altíssimo padrão ao inventário da cidade de São Paulo. Em dezembro, o prédio de 32 andares foi vendido por 560 milhões de reais pela Prosperitas, um dos maiores fundos imobiliários do país, para a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil. Esse se tornou o maior investimento imobiliário da carteira da Previ, que possui participações em diversos shoppings e mais de 40 prédios comerciais - entre eles, o WTorre Nações Unidas (SP), o Parque Cidade Corporate (DF) e o RB1 (RJ).


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Os imóveis corporativos que ficam prontos neste ano em São Paulo - PÁTEO MALZONI é a jóia da Faria Lima

Empresas terão muitas opções de imóveis comerciais para instalar seus escritórios, principalmente nas regiões da Av. Faria Lima e marginal Pinheiros



Pátio Malzoni é a joia da Faria Lima

Um dos empreendimentos imobiliários mais aguardados da cidade é o Pátio Malzoni, localizado na avenida Faria Lima, principal centro financeiro de São Paulo. A incorporadora Brookfield vendeu no ano passado sua participação no projeto para o grupo Victor Malzoni e o banco BTG Pactual por 601 milhões de reais. Cada um dos mais de 34.000 metros quadrados negociados foi avaliado em 17.655 reais, um valor que na época foi considerado emblemático. Em compensação, os aluguéis cobrados ali não serão nada modestos. Mesmo assim, 80% do edifício já está locado nove meses antes da data prevista a para a conclusão da obra, segundo a CB Richard Ellis, responsável por encontrar inquilinos para o empreendimento. O prédio de escritórios de altíssimo padrão possui 80.000 metros quadrados de área total, sendo que 52.530 foram colocados à disposição das empresas interessadas na locação. A torre única é dividida em três blocos, dois com 19 pavimentos e outro central com 11. Cada laje corporativa alcança até 3.700 metros quadrados - algo que não pode ser encontrado em nenhum outro prédio da av. Faria Lima. Lajes espaçosas tornam mais fácil para uma empresa fazer a distribuição dos escritórios da forma que mais lhe convém. O empreendimento conta com 35 elevadores e 2.500 vagas de estacionamento divididas em cinco subsolos. No térreo, haverá um restaurante Fasano. 


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Crédito imobiliário do BB bate recorde e chega a R$ 5 bi

Crédito Imobiliário do BB bate recorde e chega a R$ 5 bi

Carteira do banco no segmento cresceu 114% , em comparação com maio do ano passado.

Da carteira total do banco, 82% das operações são de crédito para pessoas físicas

São Paulo - O crédito imobiliário não para de crescer no Banco do Brasil. A carteira do segmento acaba de atingir a marca de R$ 5 bilhões, segundo dados divulgados pelo banco hoje. O crescimento foi de 114% na comparação com o saldo de maio do ano passado.
O BB também registrou em maio o maior volume contratado para um único mês em toda a série histórica de sua carteira de crédito imobiliário, iniciada há três anos. "O ritmo continua forte e deve se manter assim", disse à Agência Estado o vice-presidente de negócios de varejo do BB, Paulo Rogério Caffarelli.
Em maio, o BB fechou 2 mil operações com pessoas físicas, com desembolso de R$ 289 milhões. Esse volume supera com folga o recorde anterior, de dezembro de 2010, quando foram desembolsados R$ 261 milhões.
A meta do banco para o segmento em 2011 não foi alterada, apesar do crescimento acima de 100% das operações. Segundo o executivo, a projeção continua sendo dobrar a carteira do segmento, fechando dezembro em R$ 7 bilhões. "Talvez feche um pouco acima desse valor, mas a meta está mantida", disse Caffarelli.
Da carteira total do banco público, 82% das operações são de crédito para pessoas físicas (PF) e o restante para pessoa jurídica (PJ). Segundo Caffarelli, o BB vem reforçando sua atuação neste último segmento e já fechou acordos de financiamento com as 16 maiores construtoras e incorporadoras brasileiras. Na comparação com maio do ano passado, a carteira de PJ cresceu 266%, fechando o mês em R$ 854 milhões. A tendência, de acordo com o executivo, é que nos próximos anos, a participação da pessoa jurídica chegue a 50% da carteira, como ocorre nos bancos que operam com crédito imobiliário há mais tempo.
O Banco do Brasil ocupa o quinto lugar no ranking dos bancos que operam no mercado imobiliário. O ranking é liderado pela Caixa Econômica Federal, seguida por Itaú, Santander e Bradesco. Segundo Caffarelli, a meta do BB é até o final do ano que vem estar entre os três maiores do setor. O banco tem funding de R$ 5 bilhões para emprestar.
Minha Casa, Minha Vida 2
Caffarelli avalia que a segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida vai contribuir para manter o mercado imobiliário aquecido. O BB vai ampliar sua participação no programa do governo federal. A partir de janeiro de 2012, vai atender aos mutuários com renda menor que R$ 1,6 mil. O banco já atuava no programa com a oferta de crédito com recursos do FGTS para o público com renda entre R$ 1,6 mil e R$ 5 mil.
Reportagem divulgada hoje (27/06/2011 16:36) pela revista Exame.
 

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Setor Imobiliario se tornou a locomotiva da economia.

O economista e professor José Ricardo Costa e Silva, do Ibmec/DF, afirma que fatores como a estabilidade econômica, a reforma microeconômica e a política de incentivo de crédito criada pelo governo foram fundamentais para o crescimento e a segurança do mercado imobiliário.

“A criação de condições para que as instituições financeiras oferecessem créditos a longo prazo, dando segurança de um retorno, foi um dos fatores primordiais. O segundo ponto foi a reforma microeconômica na área de falências e
na área de empréstimos.
 
Com a redução do patamar de juros a um nível bem menor que se tinha antes, os bancos passaram a ter interesse em emprestar a longo prazo, em vez de recolher ao Banco Central. Por fim, como forma de combater a crise econômica mundial, o governo criou incentivos para o aumento do crédito imobiliário, o que foi uma atitude sábia, pois disponibilizou poder de compra para quem não tinha condições de comprar a residência”, analisa o economista.
 
A construção civil já pode ser considerada um dos principais setores responsáveis pelo aquecimento da economia do país e de grande importância dentro do mercado de trabalho. Segundo o professor do Ibmec, o setor entrou em um círculo vicioso e produtivo. “Com a política de aumento de crédito, através do Programa Minha Casa, Minha Vida, criaram-se incentivos para que a construção civil continuasse em ritmo acelerado e não sofresse reflexos da crise econômica mundial. E isso permitiu também o surgimento de uma demanda dentro do mercado de trabalho. Acredito que gerou até um aquecimento maior que o normal, pois começaram a faltar profissionais na área”, destaca José Ricardo.

O professor do Ibmec/DF ressalta que talvez haja uma redução momentânea na rentabilidade dos imóveis, mas a tendência é o crescimento, muito por conta do crédito de longo prazo e da valorização do mercado. O economista compara a rentabilidade imobiliária em relação aos outros ativos e investimentos.

“Você pode pegar o seu dinheiro e investir em CDI. Ele vai te dar uma rentabilidade mensal, mas não valoriza. O mesmo acontece com o investimento na Bolsa de Valores. Nela se tem o rendimento do ativo, pode-se comprar ações que te dão uma rentabilidade, mas a valorização é muito pouca. Se o mercado fosse perfeito, um ativo que não te dá retorno você vende, mas não funciona assim. No caso do imóvel, você tem o retorno com o aluguel, que te dá em torno de 4% ao mês, mas tem em cima disso cerca de 15% a 20% no ativo, que te dá um retorno substancial. E a união de dois efeitos: o da renda e o da riqueza”, explica o professor de economia.

Apesar da alta quase generalizada do mercado imobiliário do país, José Ricardo não acredita em bolha imobiliária. Para ele, o cenário é outro: o crescimento do PIB e o crédito facilitado, entre outros fatores econômicos, não permitem que isso ocorra. “Isso se debate muito entre os acadêmicos, eu acredito que não estamos vivendo uma bolha imobiliária, embora os preços tenham crescido, o nosso mercado é nada parecido com o que ocorreu na  economia americana. Lá começaram a fazer refinanciamentos e a emprestar dinheiro para quem não tinha condições de pagar. Esse descuido criou uma falsa segurança. O que não acontece no mercado brasileiro, há cuidados ao emprestar”, diz.
 
“A valorização do imóvel tem sido  forte e crescido acima da inflação. Hoje é um bem acessível, o que fez com que a demanda aumentasse. E o mercado passou a atender essa demanda reprimida em uma velocidade de vendas surpreendente nos lançamentos, principalmente para a classe média, o grande filão de  mercado”, afirma Frederico Kessler, diretor da Rossi Incorporações. A Rossi é umas das empresas campeãs em velocidade de vendas no país.

Frederico Kessler enfatiza que o investidor não compra o imóvel por ser mais barato, e sim o que mais valoriza. “Nos imóveis comerciais, 95% deles são vendidos para investidores; nos empreendimentos de alto padrão, cerca de 10% e nos de médio, em torno de 30% são para eles. Compra onde se tem oferta. 

Para o consultor, há 30 anos na área, o imóvel sempre será o melhor investimento a se fazer. “O imóvel é realmente a bola da vez, talvez a valorização não seja sempre a mesma, mas ela sempre vai ocorrer”, afirma.

Dicas para o investidor fazer bons negócios

“O investidor deve ter em mente que não existe investimento totalmente seguro. O futuro é, por si só, incerto. Mas a chance de você se dar mal em um imóvel a longo prazo, em relação a um ativo financeiro, é muito menor”, enfatiza o economista José Ricardo.

A dica do economista para os investidores ou interessados no setor imobiliário é clareza de saber como quer investir. “Com isso, eles procurarão áreas distintas com maior liquidez, pensar na região de uma maneira futura, na valorização e aluguel que ela pode trazer. O investidor deve estar ciente do mercado e acompanhar o crescimento. Samambaia, por exemplo, era uma cidade marginalizada, mas foi planejada e grande parte da classe média está investindo lá por conta da estrutura da cidade”, destaca.

Outro ponto importante ressaltado pelo especialista é a compra do imóvel na planta. Considerado um risco por muitas pessoas, tem a valorização líquida e certa. O valor que se paga na planta será sempre muito inferior àquele pelo qual o investidor for vender. Pois a valorização durante o período de construção gira em torno de 20% ao ano.

Wildemir Demartini acrescenta que alguns pontos são importantes na hora de se começar a investir. Ele ressalta quatro: ponto, planta, preço e avaliação do empreendimento, ou seja, o que ele pode oferecer. “O investidor deve avaliar quem está incorporando e construindo, apesar de hoje já termos um mercado seguro, e ver o registro do memorial de incorporação. Observar se o ponto tem uma boa localização, próximo ao comércio, metrô, entre outros.

O preço ele deve avaliar na entrada, sinais, o desconto e o valor que tem para aplicar, fazer o negócio de acordo com seu orçamento e vender quando tiver maior lucratividade”, aconselha o diretor da Lopes Royal.