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quarta-feira, 6 de julho de 2011

VILLA LOBOS 1 por andar, 364 m², 4 suítes, 5 vagas

VILLA-LOBOS

1 por andar, 364 m², 4 suítes, 5 vagas.
Praça Exclusiva e privativa de 13.000m2. 
Todos os empreendimentos mais valorizados dos bairros nobres de São Paulo estão voltados para praças.
Único com acesso por alameda particular: Alameda Villa-Lobos. Alameda exclusiva para o condomínio, proporcionando conforto e segurança total aos moradores.
Único com entrada privativa para o Shopping Villa-Lobos. Esse é o único residencial onde os moradores podem ir a pé a qualquer hora durante o funcionamento do shopping.
Único com vista permanente para o Parque.





O ÚNICO COM VISTA PERMANENTE PARA O PARQUE VILLA-LOBOS

Esta vista pode ser sua para sempre. O parque é um ótimo lugar para caminhadas, passeios de bicicleta e um verdadeiro oásis para os moradores do bairro. Viva no Alto de Pinheiros, um excelente negócio cercado de verde e segurança.



UM DOS LUGARES MAIS SEGUROS PARA MORAR, EM SÃO PAULO

Cercado e protegido por todos os lados. Com duas guaritas exclusivas que garantem ainda mais segurança aos moradores.
Sistema de automação predial. Sistema de segurança patrimonial.  Sistema de iluminação de emergência. Grupo gerador de energia. Sistema de detecção de incêndio.




4 suítes. 364 m2 de área privativa. 5 vagas determinadas.


LAZER COMPLETO, PRESERVANDO A TRANQUILIDADE DOS
MORADORES
Salão de festas comum às 9 torres. Área de recreação infantil coberta e descoberta. Copa e Lanchonete para apoio a festas.
Piscina aquecida para prática de natação.  Sala de ginástica equipada com aparelhos. Sauna seca, sauna úmida e sala de repouso. 9 salas de estar entregues decoradas (uma por edifício). 9 boxes para a lavagem de carros (um por edifício).  9 salas para motoristas/seguranças (uma por edifício). 






Exerça seu direito de ir e vir a pé.
More ao lado e tenha acesso privativo para ao Shopping Villa-Lobos. 
                                        Alto de Pinheiros. Alto padrão, alta valorização.

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As incorporadoras sabem como fazer um imóvel caber no bolso do consumidor

9 – As incorporadoras sabem como fazer um imóvel caber no bolso do consumidor

Por mais que os preços tenham subido, as incorporadoras sabem muito bem como fazer uma residência caber no bolso dos potenciais compradores. Uma tendência do mercado imobiliário paulista, por exemplo, foi aumentar o número de lançamentos nas regiões mais afastadas do centro da cidade, onde os terrenos são mais baratos. A proporção entre lançamentos na capital e na região metropolitana já foi igual a 80%-20% no passado, mas hoje está bem próxima de 50%-50%. Em Jundiaí (foto), a 60 km de São Paulo, por exemplo, os lançamentos dobraram nos últimos dois anos – e 30% dos compradores trabalham na capital. Outro artifício utilizado pelas incorporadoras foi reduzir o tamanho dos apartamentos lançados em bairros nobres e melhorar a área comum dos edifícios para que famílias possam se sentir bem e receber amigos mesmo morando em apartamentos de 50 metros quadrados. Para Gonzalo Fernandez, presidente da Fernandez Mera, quando os preços baterem em um teto no Rio de Janeiro e em São Paulo, provavelmente a incorporadoras vão concentrar seus lançamentos em outras capitais brasileiras. A busca por uma atuação mais forte longe dos grandes centros já começou e deve se intensificar nos próximos anos.

Os preços dos terrenos empurram os imóveis para cima

 Em cidades como Rio de Janeiro ou São Paulo, as grandes incorporadoras têm protagonizado uma competição ferrenha por terrenos. Os espaços disponíveis para novos empreendimentos em áreas centrais dessas cidades são raros. Em geral, os poucos terrenos que ainda sobram ou não estão à venda ou possuem diversas pendengas jurídicas. “Com o atual preço dos terrenos, não vejo como as incorporadoras possam cobrar menos pelos imóveis”, diz Gonzalo Fernandez, presidente da Fernandez Mera. “Acredito, inclusive, que os preços dos lançamentos que serão feitos no segundo semestre serão 10% ou 15% maiores para refletir o aumento dos terrenos no ano passado.” Há poucos dados sobre os preços de áreas desocupadas nas metrópoles, mas Fernandez estima que os valores praticamente dobraram nos últimos dois anos. Uma prova de como o terreno influencia o custo final de uma obra é o bairro do Morumbi (foto). Como ainda há diversos terrenos disponíveis por lá, os preços dos imóveis têm subido bem menos que nas regiões centrais de São Paulo.


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O câmbio influencia a visão de que os imóveis estão caros demais

Os aluguéis dos imóveis estão caros no Brasil quando comparados aos cobrados nos Estados Unidos, por exemplo. Mas o câmbio tem um papel importante nessa conta. “Se o dólar não estivesse desvalorizado, não chegaríamos a essa situação de haver imóveis para locação mais baratos em Manhattan do que em São Paulo”, diz Fernando Faria, vice-presidente da CBRE. Portanto, o ajuste dos preços ao que pode ser considerado normal pode acontecer sem a desvalorização dos imóveis no Brasil, mas apenas com o fortalecimento do dólar em relação ao real. André Rosa, da Jones Lang, também lembra que os preços dos aluguéis cobrados hoje estão dentro do que as empresas brasileiras são capazes de pagar. Ele lembra que a imensa maioria dos contratos de locação fechados no país tem uma cláusula de “early termination”. Se achar que o preço está acima de suas possibilidades ou de um patamar considerado justo, o locatário pode pagar uma multa e devolver o imóvel ao proprietário. “Essa legislação funciona como uma proteção contra bolhas”, diz Rosa.

Faltam imóveis comerciais no Brasil

4 – Faltam imóveis comerciais no Brasil

A oferta de imóveis é pequena para atender a demanda em praticamente todos os segmentos do mercado brasileiro. No entanto, entre imóveis comerciais, há uma abundância de números que sustentam a visão de escassez. Segundo André Rosa, diretor de vendas e investimentos da consultoria Jones Lang LaSalle, todo o estoque de prédios de escritórios de alto padrão destinados a abrigar grandes empresas em São Paulo soma 2,6 milhões de metros quadrados. Isso é apenas uma pequena fração do inventário de Nova York (22 milhões de metros), Washington (16 milhões) ou Boston (8,6 milhões). É a própria escassez que tem levado as grandes empresas a fechar contratos de pré-locação em edifícios que só ficarão prontos daqui a vários meses. “Dos três edifícios de alto padrão na avenida Faria Lima [foto] que serão entregues neste ano, um está 100% locado e dois estão com 70% dos contratos já fechados”, diz Fernando Faria, vice-presidente da consultoria CBRE. “Em um mercado equilibrado, o edifício teria apenas 30% de ocupação no momento da entrega das chaves.” Esse problema pode ser observado nas sete principais capitais brasileiras, que possuem taxas de vacância em edifícios corporativos inferiores a 6% do estoque. Nem mesmo o grande número de entregas previstas para 2011 e 2012 deve ser suficiente para mudar o cenário. “Falta tudo para as empresas brasileiras. Não temos escritórios, galpões industriais, centros de distribuição, lojas nem hotéis em número suficiente”, diz André Rosa, da Jones Lang.

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A demanda por imóveis anda muito forte

11 razões para o preço dos imóveis seguir em alta

Conheça os argumentos de quem acha que os valores dos imóveis no Brasil só vão parar de subir se houver alguma grande tragédia na economia

11 razões para o preço dos imóveis seguir em alta

Conheça os argumentos de quem acha que os valores dos imóveis no Brasil só vão parar de subir se houver alguma grande tragédia na economia


1 – Os preços subiram muito, mas não são absurdos

São Paulo – EXAME.com publica nesta quarta-feira a segunda reportagem da série sobre os preços dos imóveis no Brasil. Após mostrar ontem os sinais de que já pode haver uma bolha no mercado , hoje serão apresentados os argumentos de quem acha que o país está apenas no começo de um longo ciclo positivo para o mercado imobiliário. O argumento número 1 desse grupo é que os preços não são nenhum absurdo mesmo após a alta recente. Para Fabio Nogueira, sócio-fundador da BFRE, os preços estavam errados até meados da década de 2000 – e não agora. A valorização dos últimos anos representou apenas uma correção após um período de quase 20 anos de defasagem em relação à inflação. A partir do momento em que a economia brasileira deu um salto e mudou de patamar, era natural que os preços dos imóveis se valorizassem. A realização de grandes eventos esportivos como a Copa (foto) e a Olimpíadas no país também ajudou o mercado em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo. Mesmo com a recuperação recente, há dados que comprovam que os preços ainda não são exagerados. Um estudo do banco JPMorgan, por exemplo, mostra que o valor dos imóveis no Brasil corresponde a 5,5 vezes a renda anual média das famílias. Na China ou Singapura, essa proporção chega a 11 vezes. Haveria, portanto, espaço para que os preços se mantenham em alta.