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sábado, 8 de dezembro de 2012

Vila Mariana tem a maior procura por imóveis em São Paulo


Apesar de surgirem novas áreas residenciais ao longo dos últimos anos em São Paulo, os bairros tradicionais ainda são os que mais atraem o interesse do público que está à procura de um imóvel.
De acordo com as buscas realizadas no site do ZAP Imóveis, o antigo distrito da Vila Mariana é o principal destino escolhido para se morar entre todas as regiões da capital paulista, com 15% das pesquisas feitas na seção de classificados no ano.
Entre os dez bairros mais procurados, quatro são localizados na zona sul, quatro ficam situados na parte oeste da Capital e dois são no Centro, diz pesquisa (Fotos: Banco de Imagens/Think Stock)
A procura pela localidade da zona sul da principal cidade do país foi quatro pontos percentuais acima da vizinha Moema e da Bela Vista (zona oeste), que registraram 11% cada uma.
“A região da Vila Mariana é tradicional, perto do Centro, com boas avenidas, enfim, um local muito bem servido de equipamentos sociais. Foi sempre um bairro muito cobiçado”, aponta Jo Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis).

“Por ser uma região bem populosa, a Vila Mariana tem uma grande incidência de transação imobiliária”, completa.
Ainda de acordo com o levantamento, Perdizes e Saúde, ambos com 10% das buscas, completam a lista dos cinco bairros mais procurados para se alugar ou comprar um imóvel.

“Estas regiões têm a característica tem terem empreendimentos voltados para a classe média, com dois a três dormitórios. São prédios sem muita sofisticação e com apartamentos de 45 a 90 metros quadrados”, avalia Viana Neto.
Entre os dez bairros mais procurados, quatro são localizados na zona sul, quatro ficam situados na parte oeste da Capital e dois são no Centro.
Apartamentos destas regiões são, geralmente, de dois a três dormitórios e medem entre 45 e 90 metros quadrados
Para o executivo do Creci, no entanto, a ausência da grande demanda por edifícios nas zonas leste e norte se deve pelo perfil de público que faz busca de imóveis pela internet.
“A zona leste, por exemplo, tem crescido muito. Bairros como Tatuapé tiveram uma evolução muito grande. Mas muitas pessoas ainda preferem pegar o carro e procurar imóveis pessoalmente, na maneira tradicional. Talvez, por isso, o local não apareceu na pesquisa de uma forma significativa”, finalizou.

publicado em 07/11/2012 às 12:20 ,  atualizado em 19/11/2012 às 15:45
por Guilherme Yoshida | Fonte: ZAP Imóveis 

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Preço do m² sobe 0,9% em novembro, segundo FipeZAP


Mercado imobiliário sofre mais uma alta neste ano (Fotos: Thinkstock)
A variação do Índice FipeZAP Composto em novembro deste ano foi de 0,9%, ante 0,8% em outubro de 2012 e 1,4% em novembro de 2011. As maiores variações entre as sete regiões pesquisadas ocorreram em São Paulo e Salvador (1,2%), enquanto Fortaleza registrou a maior queda (1,0%).

De acordo com o levantamento, o Rio de Janeiro manteve sua trajetória de desaceleração na alta dos preços, com variação de 0,9%. Foi a primeira vez desde setembro de 2008 que o preço anunciado do m² subiu menos do que 1% em um mês.
No acumulado em doze meses, o aumento médio nas sete regiões caiu para 13,8% (em outubro de 2012 estava em 14,4% e em novembro do ano passado era de 27,6%).

publicado em 05/12/2012 às 11:14 ,
atualizado em 05/12/2012 às 15:17
Fonte: ZAP Imóveis


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Brasil não corre risco de bolha imobiliária, garante Secovi


Apesar de ainda boa parte do mercado ter receio, o presidente do Secovi-SP (sindicato da habitação), Claudio Bernardes, assegurou que não há riscos de surgir uma bolha imobiliária no Brasil.

Em evento realizado na sede da entidade, o especialista disse que não vê fundamentos econômicos que faça o setor ter tal expectativa. Segundo ele, não há no país um alto índice de endividamento, oferta dissociada da demanda, crédito mal concedido e grande aumento de preços, fatores que poderiam indicar a existência de bolha.

“Passou o boom [imobiliário]. A oferta e a demanda estão equilibrados. A velocidade do aumento de preço tem diminuído muito também nos últimos tempos. Portanto, a equação continua fechando”, explicou Bernardes.

Ainda segundo o presidente do sindicato, não há no país uma grande presença de investidores interessados em comprar imóveis para fins de especulação. O modelo dos financiamentos e a baixa representatividade deles em relação ao PIB nacional também são fatores apontados por ele que amenizam a possibilidade da formação de uma bolha.
Para presidente do Secovi, Claudio Bernardes, não há no país crédito mal concedido e grande aumento de preços dos imóveis
“Projeções indicam que nos próximos dez anos o mercado terá de produzir 23 milhões de unidades, ou seja, 1,9 milhão de unidades por ano. Hoje a capacidade de produção está em 1,1 milhão”, apontou.
“Um imóvel comprado em 2002 por R$ 148 mil hoje valeria R$ 416 mil. Porém, devido à evolução do poder de compra do consumidor, é possível compra-lo com a mesma renda”, finalizou.

publicado em 07/12/2012 às 14:45 ,
atualizado em 07/12/2012 às 14:46
por Guilherme Yoshida | Fonte: ZAP Imóveis


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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Após 2012 de ajustes, setor imobiliário projeta 2013 melhor

Profissionais do setor imobiliário reunidos no mês passado no evento Brazil GRI 2012 (Investimento e Desenvolvimento Imobiliário no Brazil) falam sobre 2012 e traçam perspectivas para 2013. Leia abaixo:

Leandro Abreu, diretor no Brasil da GID Internacional Group
2012
"A velocidade de venda mudou. Não que tenha ficado ruim, ela só se estabilizou. Voltou para uma velocidade mais sustentável a longo prazo.
De 2009 até o ano passado se vendia tudo muito rápido. E isso nem sempre é bom para os negócios. Agora, comprar terrenos está mais fácil. As empresas de capital aberto não estão no mercado fazendo leilão por eles. Então, acabamos fazendo mais aquisições e começando novos projetos. "

2013
"O mercado vai começar a melhorar a velocidade de venda quando tivermos uma melhor equação no nível de alavancagem do consumidor (recursos comprometidos), que tem que baixar, para ele ter acesso ao financiamento. Assim, poderá comprar o imóvel para morar, que é onde enxergamos maior demanda."

Martin Jaco, diretor de Investimento da BR Properties
2012
"Este ano tivemos o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro bastante reduzido. Isso implica em todos os segmentos imobiliários. O nosso, que é comercial, foi impactado diretamente. Menos crescimento, menos emprego, menos necessidade de área de escritórios para funcionários. Porém, não foi um ano ruim. A questão é que todos ficaram mal acostumados com o crescimento extraordinário. De uma hora para outra um aluguel de R$ 80 passou para R$ 140. É magnífico, mas não é sustentável. Então, se em um ano você tem um crescimento de 60/70 efetivo e no outro de 10%, parece pouco, mas não é. Este foi um ano bom."

2013
"As perspectivas para 2013 são melhores que em 2012. Para o ano que vem o esperado é o crescimento do Brasil. Significa novas contratações, consumo aumentando e mais áreas de escritórios e galpões."

Walter Cardoso, presidente da C.B. Richard Ellis
2012
"O mercado está vivendo um momento muito interessante. É um dos ciclos mais longos de alta que já vi. Começou em 2005 e perdura até hoje, porém, com sinais de fadiga. Então, você já tem uma demanda menor por conta da economia que andou muito mal no segundo trimestre e metade do terceiro. Acho que vamos terminar o ano muito bem."

2013
"Acredito que o ano que vem seja igual. A liquidez no Brasil está ótima. O único problema é se tivermos uma tempestade financeira muito forte na China, nos Estados Unidos ou na Europa, que tem efeito aqui fora. Mas, sem isso, estamos equilibrados. Se começarmos a crescer 1,5% ou 2% não é um problema."

Thiago Cordeiro, diretor Executivo da BTG Pactual (Retail)
2012
"Hoje, a massa de novos consumidores com poder aquisitivo maior e com crédito que tem se estendido em larga escala, faz com que os investidores imobiliários não tenham uma euforia muito grande com o mercado de retail."

2013
"Em 2013/2014, você terá 81 shoppings em desenvolvimento. Isso adiciona ao mercado mais de 27% de área bruta locável. O que é bastante significativo. Mas a indústria deve continuar seletiva, crescendo em dois dígitos por mais alguns anos."

Marcus Araújo, presidente da Datastore
2012
"Houve uma desaceleração nas vendas em todo Brasil. Mas isso não se deve à intenção de diminuição de compra a médio e longo prazos. Estimamos, através de pesquisas, que a intenção de compra está em 30% de qualquer alvo de renda, em qualquer cidade, em 24 meses. A velocidade caiu porque a tomada de decisão a curto prazo diminuiu mais de 30%. A vontade e a existência de compra existem."

2013
"O próximo ano terá uma leve recuperação." 


07/12/2012 - 07h25  BRUNA BELLINI  COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Construção civil no Brasil deve crescer de 3,5% a 4% em 2013

Cenário deve se estabilizar para o setor, afirmou o vice-presidente do SindusCon-SP

Germano Lüders/EXAME.com
Prédio em construção em São Paulo
Prédio em construção em São Paulo: setor se distanciou do crescimento robusto registrado dois anos atrás
São Paulo - A construção civil no Brasil deve consolidar no próximo ano a tendência de crescimento moderado, próximo de 4 por cento ao ano, que começou a ser desenhada ao longo de 2012 e afastou o setor do avanço robusto visto há dois anos.

O Produto Interno Bruto (PIB) do setor deve crescer entre 3,5 e 4 por cento em 2013, projetou nesta quarta-feira o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo (SindusCon-SP), praticamente o mesmo nível de alta esperado para este ano.

"Vemos à frente um cenário de estabilização da construção civil, uma normalização do nível da atividade e do número de empregados", afirmou a jornalistas o vice-presidente de economia do SindusCon-SP, Eduardo Zaidan.

Segundo especialistas do setor, fatores como maior investimento em infraestrutura, retomada dos lançamentos e recuperação da cena macroeconômica como um todo devem contribuir para que o mercado imobiliário mantenha o ritmo de crescimento.

O Sinduscon previa crescimento de 5,2 por cento para 2012, mas, ao longo do ano, fatores como redução de investimentos pelas empresas, menores investimentos públicos em infraestrutura e morosidade na concessão de licenciamentos imobiliários levaram a uma redução da expectativa para alta de 4 por cento.

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/construcao-civil-no-brasil-deve-crescer-de-3-5-a-4-em-2013

Especialistas divergem sobre valorização de imóveis com possíveis mudanças no FGTS

Possível medida, que ainda não foi aprovada pela presidente Dilma, poderá subir o limite do valor de imóveis financiados pelo FGTS para R$ 750 mil

Segundo informações do jornal Folha de S. Paulo, o Governo poderá elevar o teto do valor dos imóveis que podem ser financiados com o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) - passando de R$ 500 mil para R$ 750 mil. Procurados, o Ministério da Fazenda e a Caixa Econômica Federal (gestora do fundo) não confirmaram as informações, dizendo que ainda não foi anunciado nada oficialmente.


Ainda assim, o portal InfoMoney buscou especialistas para saber o que pode ocorrer com o preço dos imóveis na faixa atingida, caso a medida entre em vigor

Os economistas Dana e Rytenband afirmam que outros setores também precisam ser incentivados para o crescimento econômico em 2013 (Wiki Commons)

O presidente do Secovi-SP, Cláudio Bernardes, afirma que não há uma relação direta entre o aumento do teto do FGTS e uma possível a elevação dos preços. "Se for aprovada, a medida será uma adequação à realidade do mercado, pois os preços subiram e o limite do FGTS não", diz ele explicando que poderá haver um incremento nas vendas, mas que isso não implica necessariamente na valorização dos imóveis. "As pessoas que não podem comprar por conta do limite, poderão fazer isso, caso seja confirmada a medida".

Já, para o economista Richard Rytenband, independentemente da nova medida, os preços deverão continuar subindo, mas num ritmo muito mais lento do que ocorreu nos últimos dois anos. Alguns dos principais fatores para essa continuidade do aumento dos preços é a alta dos custos das matérias primas para a construção e a valorização da mão-de-obra no setor, ou seja, a construção civil vai continuar tendo altas nas valorizações, mas não por conta desta possível medida do Governo em elevar o teto do uso do FGTS.

“Os custos da construção civil (INCC – Índice Nacional de Custo da Construção) têm subido mais que a inflação, sendo que o componente que mais contribuiu para isto é a mão-de-obra”, diz Rytenband, afirmando que mesmo com a desaceleração da economia neste ano, os níveis de desemprego permaneceram baixos - representando uma alta demanda por trabalhadores da construção.

Para ele, com a retomada do crescimento econômico em 2013, o mercado de trabalho será pressionado, elevando os salários – que aliados aos encargos trabalhistas farão aumentar os custos das construtoras.

O professor de Economia da FGV (Fundação Getúlio Vargas), Samy Dana, por outro lado, acredita que se a medida do Governo for concretizada, ela poderá influenciar a valorização dos imóveis no curto prazo; já no médio e longo prazos deverá haver um equilíbrio. “No entanto, o setor imobiliário precisa não apenas de juros mais baratos, mas de preços mais razoáveis”, diz ele a respeito dos juros dos financiamentos pelo FGTS, que são mais baratos.

Quanto aos bancos privados, Dana conta que eles vão ter que ajustar suas taxas, já que é um setor importante para a realização de financiamentos imobiliários. Quem faz a gestão de financiamentos pelo FGTS é a Caixa Econômica Federal.(Infomoney)

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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Modern Life 2 dorms (1 suíte) 59 a 76 m² | 2 vagas determinadas


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